Não me recordo do nome do autor da citação, mas, sem dúvida alguma, para alguns a primeira parte da mesma funciona, inapelável e impunemente, sempre a seu contento. Porquê? Cumplicidades há-as sempre, mas a promiscuidade, (se a deixarmos anexada?!...), deteriora tudo e todos em redor.
E é destas cumplicidades que eu não gosto nem um pouquinho - enojam-me: respondem, sempre, de modo caótico, ao mesmo apelo, mesmo sabendo das inconveniências e estranhezas sociais que comportam.
Reverter é preciso!
Não temos que "sentir o rabo preso", não há que temer incongruências, e, muito menos, recear apontá-las, corrigi-las - "errare humanum est", e, muito mais, ser-se capaz de reconhecer falhas, consciencializarmo-nos que somos seres finitos.
Costuma dizer-se que o "céu é o limite", e, parafraseando Einstein, "não há infinito" - partindo dos dois pressupostos, entendo que há um só caminho, ainda que com incontáveis atalhos.
"Não vou por aí", dizia o poeta; digo eu, "p'r'á frente é que é caminho".
Lisura, compostura, singeleza, fiabilidade passam por aí: "corta-se a direito", é, com toda a certeza, mais seguro.
