Tuesday, August 7, 2012

Pesadelos - uma constante...

Meus sonos soluçantes,
O meu coração a alvoroçar:
São memórias de antes,
Que esqueço ao acordar

Que angústia, que situação,
Que me põe em desalento:
Não vejo qualquer razão
Para estar neste sofrimento?!

E mesmo que não queira,
Fico sempre a pensar,
Que toda esta toeira
É uma angústia sem par

Sonhava, e, ao despertar,
Lembrava tudo tão bem...
Hoje, se me esforçar,
Nada sei, nada vem...

Quer seja de noite, ou de dia,
Minha alma não sossega
Durmo, em mera vigilia -
Meu corpo numa refrega...

06/08/2012, (parte às 21h:22'; outra parte às 22h:36')