Thursday, February 28, 2013

Um conto por mês - excertos

O Salsinha
Desde que me mudei para este Vale das Sombras senti-me incomodada com a pertinácia de "voyeur" de um dos vizinhos das traseiras.
Perseguia-me, até quando ía fazer compras, ...
.............
Acontece que o nosso vizinho é casado. Supunha-o viúvo, ou coisa que o valha - punha-se de tronco nu, como se me quisesse transmitir alguma coisa: a reacção possível era, de facto, óbvia: imaginava-o a guardar um rebanho, de garrafão a reboque!
.............
...Mudou-se para lá o filho, o Salsinha.
Ora o Salsinha quase nunca se deixa ver.
............
Passa as noites ao computador, vai espreitando pelas janelas para ver se vê luminosidade em minha casa, interfere no meu computador, e de manhã... apagam-se todas as luzes: as da sala dele, e as da rua...
Raramente se vê roupa lavada a secar...
Sai muito pouco, e, quando calha vê-lo, (o que é duma esporadicidade inacreditável), é macilento e translúcido.
Vai sempre de fugida, e, decerto, para encontros fortuitos.
..............
Vidas complicadas as desta gente?!...
..............
Mas estão na moda, (com as vicissitudes que os conhecimentos virtuais proporcionam), variações escabrosas - uma forma nova de incorrer em devaneios, sem se exporem à maledicência;......
A inveja, a cobardia, o despeito, a injúria são desportos favoritos e a "côr local" por cá: um "ex-libris" quase com "marca de água" - mal se vêem, mas têm um peso devastador.

In Contos em Noites de Lua Cheia - Brumas Sobre o Vale
ISBN: 978-989-20-3163-7
Junho 2012

Friday, February 22, 2013

Os Sorrisos...

Riscam todos os perigos
Esmaecem as angústias
Incendeiam os sentidos
Esmeram-se balaústias

Acrisoladas de pérolas,
Brancas, diferenciadas,
Como traves de pérgulas
De flores enfeitadas

Brilham, dançam, cantantes,
Levando p'ra longe as dores
Que nos maceraram antes,
Espargindo mil odores

In Doces Loucuras - Louvor Aos Sorrisos # Lavra... Boletim de Poesia #
ISBN: 978-989-98208-0-7
Fevº 2013

Sunday, February 3, 2013

As minhas efabulações - 4

Para comemorar o 2º Aniversário da LUA DE MARFIM - Editora, foi elaborada uma Colectânea, A Vida Num Sonho, em que participei, também.
A Festa foi muito agradável, muita gente gira, e gente nova, que participou, ainda, na outra Colectânea, Se Sonhas, Consegues Fazer.
Teve lugar ontem, a partir das 16h:00', no Auditório do Campo Grande, em Lisboa.
Está interessante: dividida em dois segmentos,
- "Lua Cheia", que comporta os textos em prosa,
- e "Luar de Poesia", em que se concentram os poemas.


Muita variedade de imaginário, e um leque diversificado de expectativas.
Recomenda-se.
ISBN: 978-989-8524-63-8

Friday, February 1, 2013

Um conto por mês - excertos

Embora esta rubrica tivesse sido realizada com a intenção de, de facto, acontecer mensalmente, outros imperativos se foram instaurando.
Irão acontecer quando a vontade a tal me impuser.

A Perdiz Bêbeda
....
- perdiz, porque é das especialidades de caça desta região;
- bêbeda, porque, ao ouvi-la rir, no café, me lembro sempre do "whiskey", cuja marca andou pelos anúncios da TV com a perdiz caindo de bêbeda;
....
O modo de rir é indescritível, histérico, destemperado, como todas as outras actuações que lhe são próprias.
....
Volta e meia desanca a filha - julgo eu...; oiço a miúda gritar, berrar, chorar, dizendo sempre: "Não, mãe! Pára, mãe!" Aflige-me.
Que pai será este, que mete o bedelho em tudo o que não deve, e se arreda de responsabilidades, e permite que isto aconteça? Normalmente acontece de noite, variando as horas. Penso que ele já estará em casa...
.... como todos os homens daqui, julga-se o rei do harém, mas, pelos vistos, é só fogo-de-vista. As actuações, acrisoladas, da Perdiz Bêbeda, prevêem pouco ou mau desempenho?!...
....

In Contos em Noites de Lua Cheia - O Vale das Sombras
ISBN: 978-989-20-3163-7
Junho 2012

Thursday, January 31, 2013

As minhas efabulações- 3

Fresquinha, acabadinha de receber, a Colectânea Poética Louvor aos Sorrisos, da responsabilidade do LAVRA-Boletim de Poesia, editada pela EUEDITO, que irá ser lançada no próximo dia 24 de Fevereiro deste ano. Aqui em ante-estreia!
ISBN: 978-989-98208-0-7



Interessante, (não por estar incluída com três poemetos),  mas porque a variedade imensa da recolha abrange o inexpectável.
Façam o favor de a ler!

Sunday, January 13, 2013

Que fiz da minha ternura
Que me nascia nos dedos?
Que fiz da doce loucura
Dos meus sonhos nos cabelos?
Que fiz da minha euforia
De me sentir alma viva?
Que fiz do meu sossego
De criatura a sonhar?
Que fiz de tudo o que é meu
E que já não sei senão matar?

01/08/1973, (04h:10')



Friday, January 11, 2013

Nem chuva, nem luar
Farrapos brancos de neve
Deslizam diante do meu olhar
Deixando-me leve, tão leve

Dançando em harmonia
Com a paz vinda do céu
Permitindo-me a fantasia
De afastar o sobrecéu

Que esconde os meus sentidos,
Vazios, cansados, dormentes,
Na labuta diária doloridos
De toda esta paz inscientes.

Brancos, alvos lençóis
Cobrem tudo de pureza
Azevias, pudins, ravióis,
Muitas iguarias sobre a mesa

Noite de luz e amor
Noite de paz e alegria
Brilham meus olhos co'a côr
Que asperge esta harmonia

07/12/2012, (07h:31')

Friday, December 28, 2012

Natal no Algarve 2012

Os pinheiros dos quintais
Estão às outras árvores iguais
Já não luzem, já não brilham
Estão despidos de côr
Só de verde, erectos, se ergam
Esqueceram do Natal o fulgor

Não há lâmpadas, não há luz
De mil côres a piscar
Cerraram-se as gelosias, 
Não deixam entrar o luar
Com que o Natal e Jesus
Nos quiseram presentear
Nos cheiros do mar, das maresias

Estão aos outros dias tal qual
Ruas, casas, portadas, janelas
Conta-se a vida que morre
Nos passos apressados nas vielas
Não se vê vivalma em corre-corre
Descansam-se agora as euforias
Vividas de um outro Natal

Está tudo mais calmo agora
Com pouca gente de fora
Que fugiu de outras crises,
Lá onde labutam e vivem
Deixaram para trás as raízes
Por cá passeiam e riem

28/12/2012, (12h:40')

Tuesday, December 18, 2012

As minhas efabulações - 2

Estão em laboração quatro Colectâneas em que participo, e que deverão ser publicadas em Janeiro e Fevereiro de 2013.
Uma Colectânea, ESPONTÂNEOS DE NATAL, já foi publicada e lançada, mas ainda não tive oportunidade de levantar os exemplares solicitados.

Foram publicadas duas obras:
a)  TEMA E IMAGEM EM SONETOS DE SÁ DE MIRANDA
b)  O TEMPO EXTERIOR E/OU HISTÓRICO, E O TEMPO INTERIOR E/OU FICCIONADO em
     "SEXING THE CHERRY", de Jeanette Winterson
que ainda se encontram para levantamento, nas mãos dos editores.

Estão em preparação, para início de 2013, mais três ou quatro libretos - contos infantis, peças de teatro, poesia da minha adolescência, durante e depois do casamento/divórcio, textos filosóficos, crítica literária...

2013 promete... Haja saúde, paz e ... dinheiro para pagar as obras!

A minha produção amadora - 13

Mais algumas telhas.

O tempo é sempre escasso, e o fim de cada ano atropela-se em arrumar assuntos pendentes, em tentar passar a barreira que nos leva ao ano que se aproxima sem "lixos" desnecessários, sem contas em atraso, sem "quebra-cabeças" com que o sistema, e os outros, nos vão presenteando, e que, por inépcia, inapetência e decidida e (in)voluntária aversão a papelada e à perda (in)consequente do nosso precioso tempo, vamos adiando até que o alentejano que existe em cada um de nós "se levante e dê fogo à cama".

Estas são algumas das últimas telhas que pintei, ensaiando algumas experimentações em "craquelure", de que gosto particularmente.

Fundo cinza sobre preto  FLORES, evidentemente!...

Fundo dourado sobre amarelo. A minha primeira tentativa de reprodução de temática africanista.


FRUTOS: fundo branco sobre prateado.


Encontram-se trabalhos em laboração, e alguns em finalização. Dificilmente os acabarei antes do fim deste ano de 2012 - estou de partida para outras paragens, que me absorvem de muitas outras maneiras, e o espaço e o tempo preenchem-se diferentemente.
Aguardemos que 2013 me traga outras experiências, maior energia e renovada vitalidade e inspiração.

Natal no Lar da Praça José Fontana

Para a festa de Natal
Resolvemos engendrar
Qualquer coisa de original
Que vamos relatar:

Uma consoada tristonha
Era o que se nos deparava
Mas uma imaginação bisonha
Na nossa mente despontava

Um coelho, uns copitos,
Uma ceia genial
De sobremesa uns pêritos
Oh! Que rico festival!

Música, muita música,
Bailarico e algazarra,
O fado também foi rúbrica
No meio de tanta farra

Depois de tanto cantar
Soou a hora das pielas
E não é que fomos acabar
Lavando talheres e panelas?!...

25/12/1971, (04h:05')

Friday, December 7, 2012

Natal

Não sei fazer versos
Que falem da poesia
Que, de paz, num dia,
Junta muitos entes dispersos

Para a ceia de Natal
Onde se comunga a alegria
Devíamos fazer tal qual
Sempre o mesmo, dia a dia

Natal, breve passagem
De um tempo de ficção
Vivemos numa imagem
Estiolada pela imaginação

Volta tudo bem depressa
Às calhas que a nossa vida
Faz com que esmoreça
Toda essa breve mexida

06/12/2012, (19h:46')

Saturday, November 3, 2012

A minha produção (amadora) - 12

Sem quaisquer formações, por mera apetência, de acordo com toda a minha (hiper)sensibilidade, o meu instinto repercute a fruição, que me perpetua em traços, cores, cambiantes e modulações artísticas.
Há marcas genéticas, muito nossas, que nos definem sem quadrantes - ser-se autodidacta repercute o desejo inesgotável da busca da perfeição, sem limites, sem alardes, mas com a consciência plena de que buscamos ser um pouco mais perfeitos e completos um passo mais adiante.

Estas são as fotos obtidas, fará um mês, das últimas obras que realizei. Gosto delas - implicam minúcia, enquadramento, jogo de cores, um amálgama de sensações e motivações.

Falta uma tela nesta quadra, para completar a minha primeira intenção - encontra-se em acabamento.



Uma sequência, na lógica da minha imaginação...


Uma figura de gesso, com alguns dez anos - queria que o meu "menino pobre e triste" figurasse na minha galeria


E as minhas últimas telhas - também com mais de um mês:

- telha lusa normal

- e telha-mini canudo

 Com tantas actividades para desenvolver, tantos problemas para resolver, as estratégias de recuperação da minha vida perdida neste marasmo, [que é esta miséria de país, (e de gentes?!...)], consomem-se nas horas fugazes que se escoam no Outono que me namora - falta-me sempre tempo demasiado para me dar por satisfeita. 
Mas vou prosseguindo. O infinito é já aí - busco o absoluto.   

Tuesday, September 25, 2012

Eu sou um barco

Eu sou um barco
Que voga para um destino certo
Na ânsia de encontrar o Norte
Que todos chamam de Visão
Eu sou o barco-mistério
Em que todos desejam embarcar
Em busca desse Norte
Eu sou o barco perdido
Na imensidade do Caos
Com medo de de lá sair
Eu sou o barco que partiu a amarra
Para fugir ao destino
Encontrando em cada Homem
Um porto de reabastecimento
Eu sou o barco que flutua
No mar das susceptibilidades
Onde toda a pureza se incendeia
E onde o Sol morre ao amanhecer
Das realidades obscuras

Lisboa, 29/05/1972, (19h:30') - pouco antes de partir de férias para Nampula, e ver a minha terra pela última vez. 

Wednesday, September 5, 2012

A minha produção amadora - 11

Os meus dias são um sucedâneo de satisfações, obrigatórias, umas, necessárias, outras.
Se não recorro às minhas "terapias de emergência", (e é quando a vontade ainda se encontra em estado aproveitável...), dou em "xarope", descompenso-me completamente - não consigo ultrapassar a aversão de ter que lidar com papelada para resolução do que quer que seja: adio até quase ao limite, mas "o que tem de ser, tem muita força", ou, de contrário, só me restam cascudos, que os meus dentes já não trituram.
Esquecer, é preciso.
Sair de mim, um imperativo.
Assim, ficam por aqui algumas das minhas últimas realizações:

A minha saloiinha, de gesso, que tenho há alguns anos - decidi-me a "vesti-la".

E voltamos às telhas - algumas delas, que me falta a paciência para tirar fotografias...


Outra Casa, outra perespectiva.


 Papoilas, fechadas, ainda.

Malmequeres.

Quedas de Água de fragas de uma gruta.

Uma outra variante.

Esta telha foi utilizada em "inversão", com o intuito de fazer sobressair a flor.

Florinhas de um arbusto, num canteiro de uma vizinha - desconheço o nome. Abrem de dia, e fecham-se ao entardecer. São muito pequeninas, e a perespectiva dá delas uma dimensão diferente.

As telhas de entalhe estão a ser muito trabalhosas - ansiosa como sou, tenho que fazer pausas constantes - até porque a minúcia e a atenção são imprescindíveis para obter um resultado satisfatório.

Friday, August 31, 2012

As minhas mascotes

Se não estão em desatino
Brincando de pega-e-foge
Ficam assim, num cantinho
Mansos, quedos, bem juntinho
Vigiando, um; o outro,  dormindo
E eu, girando no meu "lodge",
Olho para eles, sorrindo:
Tão atentos, tanto tino
Para bichos, (nem sei bem),
O que pensam, quando me vêem,
Mas alegram-me os ares que têm
Mais os ares que se dão,
Quando comigo se zangam:
Entendemo-nos sempre bem.

31/08/2012, (18h:07')

Thursday, August 23, 2012

A minha produção amadora - 10

Ganhei o gosto pela artesanato em telha.
É simples e de rápidos resultados - absorção rápida, secagem dependente do ar envolvente e resultados satisfatórios.
Mais casitas. As fotos são as possíveis, mas interessa-me o registo - com um tm não se poderá esperar grande coisa. Também não vale a pena desperdiçar espaço no cartão digital da Canon - talvez noutra altura mais oportuna me decida a fazer isso...
Duas perespectivas da mesma - a imagem sonega a "belezura"... Ao vivo, e a cores está muito engraçada.
Esta também está engraçada - tem o aspecto de envelhecida, a trepadeira está com características bastante próximas do real.
São as minhas criações mais recentes - acabadinhas farão cerca de duas horas. Falta envernizá-las, esperar que sequem, para poderem brilhar!

Tuesday, August 21, 2012

A minha produção amadora - 9

Telhas... Mais para me entreter e arrumar espaços preenchidos.
Nesta série, outras variantes.
As fotografias não são das melhores, mas importa o registo.
Casario de aldeia: numa outra posição; ficou simples e decora bem qualquer recanto, onde não se saiba que fazer dele, no campo, evidentemente.

Mar e barcos: e o céu na linha do horizonte, não visível dado que se trata de uma telha- mini canudo.
 Casas velhas de campo: uma alternativa diferente da primeira desta série.
Voltamos às Flores: jasmins-manga. Gosto particularmente desta.
 Uma Casa com Girassol à Porta. Semelhante a muitas que se encontram pelas redondezas, quase em ruínas.
 Uma Magnólia: uma variação a uma executada em tela - gosto especialmente desta; embora a fotografia não dê a justa imagem, ao vivo surte um efeito magnífico.

E duas de outras experiências em execução; estão em bruto, ainda, em secagem, para serem pintadas.  
A primeira:  uma prateleira com um Cacho de Uvas, um Pano, um Copo, uma Garrafa e um Pão Saloio.
 A segunda: Fruta envolta numa bolsa de tecido - esta irá dar muito trabalho a pintar, dado que são miniaturais as réplicas de frutos expostos.

Veremos como irão ficar...

Friday, August 17, 2012

A minha produção amadora -8

Não ando de telha - nem pouco mais ou menos?!...
Simples artefacto, de fácil pintura, e mais rápida secagem!
Variações:
-2º farol pintado, com variações bastante diferentes um do outro; o primeiro ficou no Algarve.
- paisagem costeira ao nascer do sol
- réplica de um quadrinho a óleo, realizado o ano passado
- pôr-do-sol, velejando
- variações simplistas: rosas brancas em botão
- indicador de garrafeira
- indicador de louceiro, e arrumo de apetrechos de/para chá

Irrepetíveis, peças únicas, feitas ao improviso da vontade e ao sabor da imaginação momentânea.
Brincar com o pincel e as bisnagas já me deu mais gozo - há que aproveitar os materiais, sem desperdiçar o dinheiro investido.
Ideias entrecruzam-se na minha cabeça - responder a todas, dar-lhes tempo para amadurecerem, nem sempre é tarefa consentânea com a minha hiper-energia.
Vou tentando concertar de tudo um pouco com a viabilidade possível, e com as mãos que me deram.

Thursday, August 9, 2012

As minhas efabulações - 1

Duas Colectâneas - as primeiras, já publicadas:

A Colectânea MÃE, lançada no dia 08/05/2012, na Biblioteca José Saramago, em Loures. Com dois poemetos à minha mãe. ISBN - 978-972-8992-32-5
A Colectânea CRIANÇA, lançada a 01/06/2012, no CSAC, de Stº António dos Cavaleiros. Com um texto meu, a que, de alguma forma, os presentes e os editores reagiram bem. ISBN - 978-972-8992-34-7

O meu primeiro livrinho, de Contos, em 20/06/2012, no Teatro da Malaposta, em Odivelas. Não a minha forma de estar presente na escrita - uma catarse, a que recorri, para me libertar das profundas depressões por que tenho passado. A capa e a contracapa são minhas - fotografias tiradas, em dias diferentes, sensivelmente do mesmo sítio - Ventosa - Vimeiro. ISBN - 978-989-20-3163-7
Estão em laboração outras colectâneas em que participo, bem como duas obras de crítica literária. A sair, também muito em breve, um livrinho de histórias infantis, e outro de peças de teatro. 

Vou coligindo muito material, poético, que por aí tenho em "gavetas" - um dia aparecerão...
Entretanto, vou-me debruçando sobre breviários literários - os meus temas e exercícios preferidos.