Nem Fénix, nem poema
Tatuei-te, e não tem jeito
Tentares esquecer-te de mim
Adormeceste no meu peito
Como se fosse sempre assim
A vida já não se demora
Corre, célere, hora a hora
Paraste a vê-la passar
Sempre à espera de acordar
Dorme agora, lerdo e quedo,
Vai onde nem tu sabes onde
Mas esconde, muito em segredo,
O amor que já não vem.
Foi-se nos dias desse ontem
Não renascerá já no meu peito
16/01/2012, (12h:04')
